974- Indiferentismo Religioso e Maçonaria (Orlando Fedeli)
Flos Carmeli Podcasts
João XXIII tinha amizade com maçons. Os maçons se dizem uma sociedade em que todos os homens de todos os credos se podem encontrar. Ela abraça todas as religiões. É o que meu padrinho vive repetindo: “nós, maçon, aceitamos todas as religiões”. Depois do Concílio Vaticano II, a Igreja começa a “se abrir” a outras religiões e a dizer: “elas têm parcela da verdade. Deus age nelas”. Coincidência? Monsenhor Lefebvre falou sobre isso também, e sua afirmativa vem reproduzida em um livro que adquiri há pouco, chamado: "Tradição versus Vaticano". Em nosso país, o indiferentismo religioso, concepção segundo a qual tanto faz uma religião como outra, pois todas agradariam a Deus e teriam uma parcela da verdade divina, parece estar em toda parte. Nas escolas, nas Universidades e, principalmente, na televisão. O relativismo religioso é muito aceito pela classe artística brasileira e até divulgado pela televisão sempre que surge uma oportunidade para se falar no assunto. Pois não é que vim a saber que vários artistas do passado (quase todos já falecidos) eram maçons? Fiquei realmente triste com alguns nomes lá presentes, como o do querido Oscarito, que gosto tanto de ver nos filmes daquela época, Rodolfo Mayer (outro grande nome do teatro, do cinema e do rádio), Alvarenga e Ranchinho, Luíz Gonzaga...